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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

(LR: FFXIII) - A triste realidade de cair em si mesmo!

Até a Light já está estendendo uma mão amiga pra mim...

Bom galera, aqui nós estamos de novo!

Eu sei, eu sei que ainda estou devendo o post da história, mas hoje eu vim aqui falar da triste realidade que me veio a mente hoje: ESTOU FADADO À UM BELO DE UM GAME OVER!

Vou explicar como cheguei a isso: Como Salvadora, Lightning tem a missão de salvar o máximo de almas possíveis em 13 dias, e além disso, ela precisa eliminar as cinco fontes de Chaos existentes nos mundo (uma em Yusnaan, uma em Dead Dunes, uma em Luxerion e duas em Wildlands), porém, quando o jogo inicia você só possui 6 dias, os outros dias só vão ser liberados conforme as almas forem salvas (rumour has it, que se a Light salvar muitas muitas almas, um décimo quarto dia pode vir a tona) e os inimigos principais, que são as fontes desse Chaos ficam mais fortes após o sexto dia.

O fato é que eu, bonzão do jeito que sou, foquei só nas quests principais para aumentar o tempo de vida do mundo e esqueci desse pequeno detalhe. Eis que estou no sexto dia no jogo, 20 side quests feitas e uma porrada de entregas no Canvas of Prayer, aumentei os dias para nove, mas derrotei apenas um dos cinco bosses principais, ou seja, à partir das seis horas do próximo dia, pegarei uma porrada de fortes inimigos, que eu acho que não serei hábil o suficiente para vencer, vou ter mais alguns dias pra derrotar esses quatro inimigos super fortes, além de fazer as side quests para liberar o décimo quarto dia...

O game tem uma regra muito clara, se você não conseguir destruir as cinco fontes de chaos em 13 dias, ou não conseguir aumentar o tempo de vida do planeta para os 13 dias, é game over, sem choro nem vela, e aí tudo volta ao dia um e você tem que começar a jogatina tudo de novo, por sorte, o equipamento e habilidades que você adquire durante a primeira jogatina são mantidos e, é claro, eu vou conseguir completar as quests com um tempo muito menor, agora que já sei tudo o que fazer, e de maneira mais rápida... De qualquer forma, vou levar o jogo ao ápice, vou tentar de qualquer forma terminar a história, se não conseguir, vou começar tudo de novo... Mas o desânimo é grande, hahahahah.... Bora lá!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Fantasy Dreamers: The Tale (Prólogo)

O Início de uma grande Fantasya


Houve um tempo em que a grande terra conhecida como Fantasya era uma vasta terra árida e sem vida, terríveis criaturas eram os únicos seres que habitavam aquela terra inóspita... Até que um dia, das terras que ficam além do mar, chegou um navio e dele desembarcou um mago chamado Legandor e junto com ele os seus aprendizes: Avonlea, Neiva, Rytsdea, Warfoe, Zox, Louf, Lorfet, Gruko e Shadow Moon. Legandor era, além de um mago muito poderoso, um guerreiro muito habilidoso, amado por seus aprendizes, que o viam como um pai e logo, utilizando o máximo das suas habilidades transformou Fantasya em um lugar transbordante de vida, a vegetação tomou conta das planícies e das montanhas, dos vales e das campinas. Com a ajuda dos seus aprendizes, Legandor derrotou muitas das criaturas, baniu algumas outras e logo, mais pessoas começaram a chegar a Fantasya, que rapidamente se transformou em um grande e populoso reino, os elfos escolheram a paz das florestas, assim também fizeram os Tumahabs, os anões escolheram as minas ao Sul, os gigantes preferiam as montanhas enquanto os humanos se espalhavam em diversos vilarejos, tribos e cidades.

A idade se aproximava e, de bom grado, Legandor aceitaria o abraço da morte que se aproximava veloz, mas antes ele queria garantir o futuro do reino que ele fundara e, além disso, queria garantir que os seus aprendizes-filhos tivessem sabedoria e continuassem o trabalho que ele começara e, portanto, dividiu o reino de Fantasya em nove reinos menores, entregando cada um desses novos reinos à custódia de um de seus aprendizes-filhos que aceitaram o legado que lhes foi passado. Avonlea, o filho que liderara os irmãos em muitas guerras governaria a cidade central de Spetre, Shadow governaria Fragha, no extremo noroeste, Neiva seria rainha em Tyber, Warfoe em Kofra, Zox em Uhdar, Rytsdea em Celutra, Louf em Rawzer, Lorfet em Koga e Gruko em Dromeda. A hora de se despedir daquele que fora como um pai para eles se aproximava, Legandor reuniu os filhos que adotou em seu coração, seu corpo já se desfalecendo e disse:

- Filhos queridos, que eu adotei com todo o meu coração, eu agradeço pela vida maravilhosa que vocês me deram, por terem me feito feliz, por terem me ajudado a construir esse mundo lindo em que vivemos, mundo esse que agora confio a cada um de vocês. – Legandor parecia fraco, estava deitado em uma cama alta, com cortinas ao redor, porém, as cortinas estavam abertas e os filhos se amontoavam ao redor da cama. O quarto do mago era enorme, lamparinas queimavam nas paredes, promovendo luz e calor ao aposento, do outro lado do quarto havia uma enorme lareira de mármore branco, com detalhes prateados, estava desligada, já que estavam no verão e os verões em Fantasya eram bem quentes, quadros feitos à mão pelo próprio Legandor decoravam as paredes do quarto, cenas das batalhas vencidades, de belas paisagens e de terras nunca antes vistas presenteavam a visão dos visitantes, era um quarto muito aconchegante, e eles já haviam se reunido ali por muitas vezes, mas em nenhuma delas, o motivo do encontro fora tão triste – Vocês devem trabalhar arduamente a partir de agora, - prosseguiu ele – para que essa terra viva em paz e para protegê-la dos inimigos que possam surgir quando eu me for. Confio com toda a minha vida em cada um de vocês.

- Não papa... – disse Avonlea – Nós vamos dar um jeito, não vamos deixar que você morra... Deve haver um feitiço, uma poção, alguma coisa.

 - Sim pai. – Concordou Neiva, ajoelhando-se ao lado da cama, uma lágrima escorria pelo seu rosto – Diga o que precisamos fazer e faremos, somos capazes, o senhor sabe disso.

- Eu sei disso – Disse o Mago, sua voz soava calma, porém, emanava uma força como nenhuma outra conhecida poderia fazer. Ele sorria – Mas não há nada o que se fazer para evitar a morte, podemos adiá-la, mas nunca evitá-la completamente... Eu aceito o meu destino, quero que vocês fiquem aqui comigo, temos muito que conversar...

- Conversar?! – Surpreendeu-se Rytsdea com o que o pai dissera – O senhor está muito fraco, não deveria fazer tal esforço...

- Devo sim, minha bela filha – respondeu o mago – Devo prepará-los para o futuro.

Todos se aproximaram da cama, exceto Shadow, que se mantinha à distância, encostado na parede ao lado da porta. Era mesmo um cara muito esquisito aquele Shadow Moon, sempre com uma máscara cobrindo o rosto, os irmãos nunca tinham visto o rosto dele, duvidavam que o próprio pai um dia o tivesse feito. Shadow fora o primeiro a ser recebido por Legandor e, provavelmente, o mais habilidoso entre todos eles. O pai o amava e os irmãos o respeitavam como a um irmão mais velho, embora ele nunca tivesse feito muita questão de ser próximo deles. Rytsdea morria de amores pelo mascarado, sempre correndo atrás dele e fazendo as suas vontades, mesmo que isso implicasse em ficar contra os demais. Eles suspeitavam que eles tivessem um caso em secreto, o que queria dizer que Rytsdea provavelmente já vira Shadow sem a máscara, mas ela negava firmemente que isso já tivesse acontecido ou que eles tivessem um caso.

Perto da cama, a expressão de todos era triste, alguns choravam perante a perda iminente daquele que era mais do que um pai, mais do que um mestre, mais chegado do que qualquer um deles poderia desejar na vida. O fim estava próximo, eles podiam sentir isso.

- Filhos queridos, já não sou mais tão forte quanto era antes... – disse gentilmente o mago- Vocês, ao contrário de mim, estão no auge de suas forças e de seus poderes, me alegro de ver que os treinei e eduquei-os tão bem. Como meu último grande feito, deixo a minha energia dividida para todos vocês, Avonlea, por favor, abra esse baú aqui no pé da cama.

Eles não haviam reparado no enorme baú que estava junto da cama do pai, já estivera ali antes? Estava ali alguns segundos atrás? Não poderiam dizer, viver ao lado de Legandor tinha esse tipo de surpresas, depois de todos esses anos, eles já estavam acostumados com isso. Avonlea, que estava ajoelhado, segurando uma das mãos do mago entre as suas, levantou-se e seguiu vagarosamente para o baú, que era muito bem trabalhado, com detalhes dourados e inscrições antigas – feitiços – pensou Avonlea, enquanto analisava a fechadura simples, que não servia para muita coisa, já que Avonlea tinha certeza que ninguém poderia abrir o baú sem o consentimento de Legandor, reparou nas aberturas para encaixar as mãos e abrir o baú, olhou também as alças laterais, que serviam para carregá-lo, elas eram feitas de uma corda simples, porém resistente. Os irmãos o olhavam, atônitos, curiosos para saber qual era aquele presente que o pai lhes preparara, o último presente, como ele mesmo dissera. Avonlea queria prolongar aquele momento o máximo possível, não queria presente nenhum, queria que o pai vivesse mais, queria aprender mais com ele... Mesmo assim, forçou-se a abrir o baú.

A luz quase o cegou, dentro do baú havia nove diferentes armas, cada uma adaptada ao estilo de luta de cada um deles. O minério utilizado para forjá-las não era nenhum dos que eles conheciam e fazia com que as armas brilhassem com uma luz azulada, que logo preencheu todo o aposento, um sopro de vida encheu a todos, tamanho era o poder empregado naquelas armas, todos olhavam boquiabertos para o trabalho de seu pai. Com um sorriso travesso, Legandor disse:

- Essas armas meus filhos, foram forjadas com um minério muito raro, cuja última fonte existente nesse mundo foi utilizada para confeccionar essas armas, esse minério se chama Morfirionite, é um minério extremamente resistente que só pode ser manipulado por meio de magia e recebe as propriedades de tudo aquilo que entra em contato, venho trabalhando nesse projeto há muitos anos e todo o meu poder foi distribuído nessas armas, pois sabia que um dia seriam vocês que governariam esse mundo. Juntas, essas armas são formidáveis, capazes de vencer até mesmo o mais forte dos inimigos, separadas, são apenas armas mágicas raras, mais fortes que a maioria com certeza, mas não terão todo o potencial para qual eu as criei, ou seja, quanto mais estiverem juntos e governarem em prol dos outros, suas armas terão mais força, a partir do momento que se separarem, elas se enfraquecerão... Vamos, peguem!

Todos seguiram até o baú e retiraram as armas que lhes pertenciam, Avonlea pegou uma enorme espada de duas mãos, seu estilo preferido de arma. Rytsdea pegou um par de luvas, trabalhadas minuciosamente, encrustada de joias e pedras preciosas, Neiva testou a sua lança, Shadow pegou um par de gigantes foices e assim foram os outros. A mesma sensação que inundava o quarto parecia correr pelos corpos deles naquele momento, as armas realmente eram muito poderosas, qualquer um podia sentir isso. Como se ansiasse apenas por aquele momento, Legandor deu um último suspiro, sorriu e deixou Fantasya de uma vez por todas. O pesar tomou conta dos seus filhos, que choraram por muitos dias.

O funeral foi majestoso, seres de todos os recantos de Fantasya vieram prestar suas últimas homenagens ao criador do reino, os elfos saíram das florestas, os anões deixaram suas minas, alguns gigantes amigos desceram as montanhas e crianças chegaram, acompanhadas de seus pais. O discurso principal ficou a cargo de Neiva, que encantou a todos com suas palavras doces e das lembranças que dividiu sobre o pai, os outros filhos fizeram breves pronunciamentos e agradeceram a presença de seus súditos. Após muitas discussões, decidiram que o corpo seria enterrado em Spetre, que era o reino governado por Avonlea e que ficava no centro do continente, o que facilitava o acesso de todos que quisessem prestigiar o funeral, ou, no futuro, visitar o túmulo de Legandor. Uma vez encerrados todos os discursos, chegava o momento do adeus final, o corpo estava em um caixão de cristal, trabalho dos anões, os filhos lançaram feitiços de proteção para que o corpo não se deteriorasse e para que ninguém pudesse violar o túmulo, dentro, Legandor usava vestes brancas, adornadas com runas prateadas e douradas, em sua mão, o seu cajado, com um cristal cinza na ponta estava. Os elfos cantavam uma triste canção, que deixou os olhos de todos marejados pelo pesar e pela saudade que sentiriam do mago. Após alguns segundos que mais pareceram vidas inteiras, o caixão foi depositado no fundo do túmulo e então os filhos se reuniram em volta dele e, em uníssono, cantaram o feitiço que o lacraria.

Os dias após o funeral foram tristes, Avonlea hospedou todos os irmãos em Spetre, preferia que eles ficassem juntos naquele momento de dor, porém, poucos meses depois cada um seguiu para o seu reino, pois tinham muito trabalho para administrar e manter os nove sub-reinos de Fantasya. E assim governaram em paz, por muitos anos, se encontrando periodicamente para compartilharem momentos e fortalecerem as suas armas. A suspeita dos irmãos se tornou verdadeira e logo, Rytsdea se casava com Shadow, uma união feliz, ela parecia completamente apaixonada por ele, ele, por outro lado, continuava calado como sempre, mas todos já haviam se acostumado com o jeito estranho do Shadow, talvez aquela fosse a forma dele demonstrar carinho por eles. Pouco tempo após o casamento receberam outra boa notícia, Rytsdea estava grávida e em breve a pequena Katarina viria ao mundo.

E então veio a guerra...

Shadow foi dominado pelo poder e decidiu rebelar-se contra seus irmãos, ele desceu ao mais profundo que um mago poderia chegar, utilizando-se de magia negra e reunindo-se com terríveis criaturas que outrora ele mesmo ajudará o pai e os irmãos a prender. Ele queria o domínio de Fantasya só para si, para espalhar o terror e escravizar a população, a verdade é que ele também sentia inveja de Avonlea, uma vez que ele gostaria de governar Spetre. Os irmãos não estavam preparados para o ataque, ainda mais, um ataque vindo de dentro e, ainda por estarem separados, um a um eles foram derrotados por Shadow, uma vez que, separadas, as suas armas mágicas não eram capazes de detê-lo.

Avonlea reuniu um exército às pressas, os elfos se juntaram a ele, porém, o exército de Shadow era muito mais numeroso e eles foram emboscados, sofrendo muitas baixas, após várias batalhas, cansado e ferido, Avonlea encontrou o Hall of Despair, um antigo castelo da região, mas Shadow tinha espiões em seu exército e já sabia para onde o irmão marcharia. Quando ele chegou ao castelo, Shadow já o esperava.

- Que bom que decidiu se juntar à festa, irmão... – Avonlea conseguia sentir o sarcasmo na voz daquele que um dia fora seu amigo – Achei que você não conseguiria chegar a tempo, afinal, nós dois sabemos que você é um fraco, nunca entendi porque o nosso pai deixou Spetre no seu comando e não no meu...

- Shadow, veja só o que está fazendo – Avonlea suplicou – Você matou os nossos irmãos.., POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? – A raiva brotava dentro dele num turbilhão de emoções que ele não podia controlar, porém, era preciso, ele precisava honrar a memória de seu pai, ele gostaria de dar uma nova chance a ele- Mas ainda há uma chance para você, vamos começar de novo, vamos lutar lado a lado, como nos velhos tempos, vamos aprisionar esses monstros de novo, você não precisa disso...

- Isso que sinto na sua voz é... Medo?!?!?! – Indagou Shadow, ocultando um riso sarcástico – Ora, vejam só o grande Avonlea, clamando por misericórdia, você é patético, irmão! Você vem me oferecer perdão, como se eu precisasse dele, vem me oferecer anistia, como se você fosse capaz de me derrotar, o que você não é – Ao dizer, isso ele sacou as duas foices, o brilho azulado dominando o hall mal iluminado em que se encontravam.

Avonlea sacou a sua espada – Então irmão, eu não vejo como isso pode terminar bem pra você, é uma pena, POR LEGANDOR! – gritou ele, correndo em direção ao irmão. Ele era muito rápido, mas Shadow também era, as lâminas encontrava-se a uma velocidade incrível, espalhando faíscas para todos os lados. Ninguém mais em Fatasya poderia lutar tão bem quanto os dois filhos de Legandor. Avonlea bloqueava os golpes de Shadow e contra atacava sempre que possível, porém, ferido e cansado como estava, não poderia levar o combate por muito mais tempo, girou em torno de si mesmo e murmurou um feitiço, que foi bloqueado pelo irmão, ele nunca fora tão bom quanto Shadow em magia, mas era tudo o que tinha em mãos naquele momento, continuou atacando e lançando os feitiços, sem sucesso, em um momento de descuido, Shadow atacou com as duas foices, numa espécie de tesoura que lançou a espada longe e deixou um profundo corte em seu braço. Avonlea tombou, apoiando-se em um joelho, com uma mão no braço que sangrava muito, enquanto Shadow ria de prazer:

- AHAHAHAHAH... Era só isso que o poderoso Avonlea tinha à oferecer? Não me fez nem cócegas, agora, deixe-me juntar essa sua relíquia com aquelas dos outros fracos dos nossos irmãos – Enquanto dizia isso andava vagarosamente em direção a espada caída de Avonlea – Com todo o poder do nosso pai reunido eu serei invencível e governarei para sempre... Espera, O QUE É ISSO? – A indignação de Shadow parecia fazer as paredes do hall tremerem. Ele voltou e pegou Avonlea pelo colarinho, erguendo-o do chão – ONDE ESTÁ? Vamos, diga-me, onde está a arma que o nosso pai te deu? Eu a quero Avonlea, não esconda de mim...

 Dessa vez, era Avonlea quem ria – Você nunca a terá Shadow, aliás, nunca terá nenhuma das nossas armas...

Não seja tolo – desdenhou – Eu já tenho seis das nove armas, com a da Rytsdea serão sete, vamos, entregue-me a sua e eu te garanto uma morte rápida.

Você não entende, não é mesmo? – Dessa vez, foi Avonlea quem riu – Quando eu saí do acampamento hoje eu sabia que não veria mais a luz do Sol, eu sabia que morreria, mas sabia dos espiões e fiz de tudo para te atrair aqui, nessa armadilha. Enquanto duelávamos, as outras armas foram roubadas e agora, elas já devem estar em segurança em um lugar onde nem você, nem ninguém que não as mereça, poderá encontrá-las. Você pode vencer hoje Shadow, mas vai chegar o dia em que uma nova força surgirá, uma geração que será capaz de reunir o poder do nosso pai e tirar de você esse trono que você tanto deseja. Desista... Acabou!

NÃÃÃÃÃOOOO!!!! – Shadow rugiu, enquanto sacava novamente as foices para acabar com Avonlea. Nesse momento, ouviu um barulho atrás de si.

Rytsdea entrava no hall, com um pequeno embrulho em seu colo. Katarina. A filha que ela tanto desejava. Seus olhos estavam cobertos de lágrimas, ela parecia fraca, porém, decidida – PARE COM ISSO AGORA SHADOW – Ela disse – Eu não deixarei que você dê nem mais um passo adiante.

- Você o que? – Ele disse ironicamente – Não fique no meu caminho Rytsdea, eu não quero lhe fazer mal! – E dizendo isso saltou em Avonlea, pronto para desferir o golpe final, quando se chocou com uma barreira mágica.

- Eu disse que você não daria mais um passo – Rytsdea soava decidida, o bebê dormia pesadamente em seus braços, Shadow era bom em magia, mas ela sempre fora a melhor deles, ele nem a vira murmurar um feitiço e mesmo daquela distância conseguiu conjurar uma barreira em torno de Avonlea, que levantava-se penosamente – É esse o mundo que você quer para a nossa filha, Shadow? – perguntou – Pare com isso agora, pense no nosso pai, ele estaria decepcionado com você!

- E eu? Quantas vezes eu não fiquei decepcionado com ele, por sempre preferir o Avonlea e não a mim? Quantas vezes eu fui colocado de lado? Eu fui o primeiro filho e mesmo assim ele nunca me amou da mesma forma com que amou vocês, eu... Eu sempre fui o diferente, mas não hoje, não... Hoje eu vivo e o Avonlea morre, está decidido!

- Ryt, corra – Avonlea sussurrou, quase sem forças – Salve a Katarina e fuja, eu seguro ele.

Nesse momento a barreira começava a falhar, Rytsdea estava fraca, acabara de dar a luz, em um acampamento, e já estava ali, lutando bravamente. Avonlea percebeu o quanto a irmã era forte, mas nem ela aguentaria muito mais tempo. Shadow percebeu o momento de fraqueza e preparava-se para atacar.

- Isso meu amor, você fez a escolha certa, assista enquanto eu mando o nosso irmãozinho para o lado do nosso pai – E atacou, em um segundo em que várias coisas aconteceram ao mesmo tempo. Rytsdea deixou Katarina em um canto e correu para a luta, colocando-se a frente de Avonlea, tentou conjurar um feitiço que não funcionou, o que lhe custou caro... Lhe custara sua vida.

O corpo sem vida de Rytsdea tombou para o lado, Katarina começou a chorar descontroladamente, como se sentisse que não mais repousaria no colo de sua mãe. O grito animal de Shadow foi ouvido por todo o castelo.

- SUA TOLA – Ele rugiu, enquanto agarrava o corpo sem vida de Rytsdea, Avonlea percebeu que ele chorava – Eu te amava!!! Mas você escolheu um lado, o lado perdedor – virou-se para o irmão – É tudo culpa sua! Você vai pagar pela morte dela!

- VOCÊ A MATOU SHADOW – Gritou Avonlea – Você e a sua ganância a mataram! O sangue dela está em suas mãos e você vai conviver com isso pelo resto dos seus dias... EU NÃO VOU TE PERDOAR!

Avonlea conseguiu recuperar sua espada e marchou pesadamente até onde o irmão estava, aturdido pela perda, por um minuto pareceu que ele conseguiria, porém no último segundo Shadow se virou, com as foices na mão, uma delas atravessando o coração dele, que tombou, sem vida, ao lado da irmã.

Shadow pegou a bebê e saiu daquele lugar, uma chuva gelada caía, quase um lamento por tantas mortes que ocorreram naqueles dias. Ele conseguira, vencera a guerra, conseguira o trono e agora poderia governar toda Fantasya, sua filha seria educada para assumir o seu posto um dia, seria tratada como uma princesa deveria ser, ele faria qualquer coisa por ela, era a única coisa que lhe restava. Contratou as melhores amas de leite do reino e as aias mais competentes para ensinar Katarina a ser uma dama.

A promessa de Avonlea, de que uma força capaz de destrona-lo surgiria um dia o atormentava todas as noites, a busca pelas armas dos irmãos se provou infrutífera, o plano de Avonlea tinha funcionado. Um grupo rebelde, Destinia como se intitulavam, se organizava nas sombras, era questão de tempo até que outra guerra viesse, os homens de Shadow ainda não haviam conseguido se infiltrar nesses rebeldes e ele não tinha ideia de onde eles se escondiam. Ele reinava absoluto sobre Fantasya, oprimindo as pessoas que se opunham a ele, reunindo uma corja de interesseiros e mal caráteres ao redor de si. Ele estava disposto a fazer de tudo para recuperar aquelas armas dos irmãos, essa seria a melhor forma, ou melhor, a única forma de consolidar de uma vez por todas o seu poder...

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Antes tarde do que nunca!

Provavelmente (como sempre) serei o ultimo a me apresentar, mas não, não é para fechar o grupo (que não serei o ultimo) com chave de ouro, mas sim porque sou preguiçoso mesmo...(e também porque não sei escrever)...

Bom, meu nome é Vitor, sou da velha guarda (inclusive na idade) da turma de "A Itinerante" (incrível como a Neiva consegue juntar tanta gente boa em um mesmo lugar) e pretendo postar a minha visão (completamente parcial e fanboy da Sony e jogos de minha preferencia) sobre alguns games que muito me interessam...

Vou fugir um pouco do padrão do grupo pois apesar de ter o RPG (e seus derivados) no sangue sou um cara bastante competitivo, de forma que não dispenso um FPS com multi pegado (leia-se Battlefield)...acredito que pra falar de RPG já tem muita gente boa no blog...portanto vou focar em outras coisas que gosto...como FPS, RTS (Estrategia em tempo real) e old games...talvez até dê um pitaco em um filme ou outro, vai saber...

Meu primeiro videogame foi um ATARI, dai pulei pro Mega Drive, SNES, PS2, PS3 e hoje sou um, por ora, infeliz proprietário de PS4...talvez isso seja de alguma valia algum dia para nós...

Minhas características, logo vocês irão ver é a total parcialidade e humor negro doentio e ácido...afinal se o titulo é gamescomlimão, me encaixo creio eu!

Por enquanto é isso...lembre-se, trate bem seu Joystick!




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Games com Limão joga: Lightning: Returns FF XIII

"Todos prontos para a reunião final"

Bom galera! A nossa ausência esses dias se deve, além das nossas atividades rotineiras (estudos, trabalhos, etc e tal) à chegada do Lightning Returns: Final Fantasy XIII (um dos jogos com os maiores nomes que eu já vi, u.u)... O primeiro que começou a jogatina foi o Andrey, eu disse praquele HEREGE passar por aqui e dizer o que achou do jogo, mas quem disse que ele obedece? Hahahah...

Eu consegui o game ontem e prontamente comecei a jogar, o que deu um ótimo uso pro meu Final de Semana diga-se de passagem, hahahah... Entre idas e vindas lá se vão quase dez horas de jogo, muitas idas e vindas e quests feitas, então, acho que já dá pra falar um pouquinho de LR: FFXIII.

Bom, o começo do jogo é praticamente o mesmo da DEMO, nos encontramos no palácio de Yusnaan, onde Snow, que é o "Patrão" da cidade, celebra uma animada festa... Lightning chega, o caos invade, aquelas coisas todas que já vimos na demo e em um milhão de vídeos antes do lançamento do jogo. MAS, quem jogou a demo com certeza vai estranhar esse começo de jogo "pobre" em relação a demo, lá já tínhamos vários esquemas, várias armas, habilidades mais fortes, aqui não, você tem três esquemas básicos, poucas habilidades lv. 1, poucos itens, os NPC's que tinham pelo palácio também sumiram... Mas nada de tão impactante!

Vou começar pela história, até aqui, na minha humilde opinião, entre a trilogia XIII esse é o que possui a história contada da melhor forma, pelo menos da forma mais compreensiva. Logo no começo já entendemos o que trouxe Lightning até aqui, o que houve com o mundo nos 500 anos que ela ficou dormindo e porque todos continuam com a mesma cara, u.u... Hope, agora é uma criança novamente (seriously?!?!?) e é ele quem ajuda Light e lhe explica o que precisa ser feito, porém, este Hope que vemos aqui é uma espécie de androide, ele lembra das coisas da vida dele, mas não possui emoção, como se ele lembrasse da vida de outra pessoa, a mesma coisa acontece com Light.

No final do FFXIII-2, com a morte de Etro (o coração que estava em Caius), o mundo dos vivos e dos mortos se misturou e o Caos se espalhou por todos os lugares, apenas quatro cidades humanas restam : Luxerion, Yusnaan, Wild lands e Dead Dunes. Os poucos sobreviventes vivem a mais de 500 anos sem envelhecer um dia, consequência dessa união de mundos. Light é a única esperança para esse mundo fadado à destruição, o próprio Bhunivelze, aquele "The Maker" que todo mundo falava no Final Fantasy XIII, acordou Light de sua hibernação e lhe deu uma importante missão: Ela precisa resgatar as almas do máximo de pessoas que conseguir, para que Bhunivelze, que ressucitará no décimo terceiro dia, leve essas almas para um novo mundo que ele criará, a história desse jogo, aparentemente, irá cobrir as lacunas deixadas pelos outros dois jogos, mas isso é assunto pra um outro post que pretendo fazer, pra explicar a passagem dos plots da história dos três jogos...


"Sério, esse cara joga muito, fiquei com inveja, u.u"

Como já havia percebido pela demo e dito aqui, o combate sem dúvida é o ponto alto do jogo, e também o divisor de águas, conversando com esses hereges no Whatsapp, as opiniões diferem, eu e o Andrey estamos apaixonados pelo sistema de combate, enquanto Cloud e Nil estão na defensiva em relação, não só ao sistema de combate, quanto ao jogo no geral, por isso que me dou bem com esses caras, NUNCA CONCORDAMOS EM NADA, hahahahah... Bom, voltando a falar do sistema de combate, ele é bem dinâmico, intuitivo e desafiador, pra se dar bem no combate é fundamental que se entenda as fraquezas dos inimigos e como levar cada um deles ao Stagger, sem essa consciência, até os mobs mais simples viram um desafio mortal e, com a estratégia certa, os desafios mais difíceis são facilmente superados!

A customização é infinita praticamente, embora alguns trajes sejam bem loucos e desnecessários, mas cada um deles traz atributos e habilidades específicas que podem facilitar a vida de light, bem como as armas e os escudos, combinar bem é a chave do sucesso, sem apologia à moda nem nada, mas é verdade, hahaha...

A trilha sonora mantém o padrão dos outros dois jogos da série, bem variada e combinando com os ambientes, batalhas, momentos da história, etc... Não tem muito o que falar aqui, nada de mais, nada de menos, rs...

Os gráficos, pra mim, continuam excelentes, conforme o padrão da série, já que seguem o mesmo padrão dos dois jogos anteriores. A Squenix pode errar no resto do jogo inteiro, mas nas CG's ela arrasa, as cenas do jogo te deixam boquiabertos, principalmente as cenas de ação, de lutas e etc.

Pois é meu povo, o Lightning Returns está aí e nós estamos jogando, o jogo, como eu disse acima, vai dividir os fãs assim como os dois outros jogos dessa trilogia, uns vão amar, outros vão odiar, sem dúvida, eu ainda to em cima do muro, confesso, depois que zerar espero ter uma opinião mais concreta, que feche de vez essa história... O que não adianta é ficar chorando pelo leite derramado, a saga XIII, boa ou ruim, já foi, agora vamos ficar na torcida pra que o Final Fantasy XV venha logo e tire a série do buraco e agrade todos os fãs!

É isso, logo menos volto pra falar da história! =P

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Saem as primeiras notas do Lightning Returns!

Hoje para muitos é o grande dia, fãs da saga Final Fantasy XIII estavam aguardando por mais esse episódio da saga de Lightning, e não podia terminar em melhor estilo, não acham? Ou será que podia?

As Reviews estão bem divididas e muitos resolveram dar notas medianas.



Segue abaixo as principais notas:


IGN – 7/10
NowGamer – 6.5/10
Polygon – 5.5/10
Videogamer – 7/10
Shacknews – 8/10
Joystiq – 4/5
GodisaGeek – 7/10
Eurogamer – 8/10
gamesTM – 7/10
Play – 8/10
Metro – 5/10
X-One – 8/10
The Koalition – 82/100
BT.com Games – 4/5
Gamekult.fr – 7/10
EGM  4/10
Retirada do site VG247.com

Muitos citam como ponto positivo a customização dos personagens, o mundo aberto e o combate, dizem que todas estão muito bem trabalhados e não deixam nada a dever aos jogos anteriores da série.

Mas como pontos negativos fica como o limite de tempo que o jogo te dá, gráficos 'ultrapassados' (Devido a Engine do jogo ser a mesma do primeiro FFXIII), história e personagens fraquíssimos para um jogo que se chama Final Fantasy, afinal, RPGs são feitos de ótimas histórias e aventuras, mas desde o começo Final Fantasy XIII parecia mais uma franquia a parte do que um jogo da série.

Em breve todos nós do Blog após aproveitarmos o jogo vamos dar nossa opinião sobre ele, será que essa saga terá o final merecido? Ou será mais um caça níquel da Square-Enix?

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O que jogar em 2014 (Parte 2: Andrey)


Então, eu sou o Andrey, acompanho a galera do blog desde os tempos do A Itinerante, da Neiva. Sou seguidor da Deusa do Amor Sony, mas dou umas escapadas com a Deusa Nintendo.

2014 é um ano atípico para os games, embora a next gen esteja aí, os melhores jogos ainda estão na old gen, postarei aqui os jogos que pretendo jogar esse ano!


Lightning Returns: Final Fantasy XIII (PS3, X360)


Pelos últimos posts do blog, não é segredo pra ninguém que eu sou fã da polêmica saga XIII. Acho que os jogos foram subestimados por crítica e público e que eles são, sim, bom representantes da série Final Fantasy. Lightning Reurns promete um combate dinâmico, mas ao mesmo tempo estratégico e toneladas de quests. Aguardo ansioso pra poder jogar o capítulo final da minha deusa Lightning! 





Castlevania: Lords of Shadow 2 (PS3, X360, PC)


Lords of Shadow é um dos meus jogos favoritos da última geração, ainda lembro a sensação que tive vendo seu final fantástico e inesperado. O legal é que, pela primeira vez na série, jogaremos com o Dracula como protagonista! Os produtores também prometeram mais exploração e mapas mais abertos, além da possibilidade de ir e voltar no tempo! Mal posso esperar pela continuação da história de Gabriel Belmont!





Final Fantasy X|X-2 HD (PS3, PSVita)


Um dos grandes clássicos do PS2, considerado por muitos como um dos melhores e o último grande Final Fantasy lançado, em HD pra PS3 e Vita. Eu, como nunca joguei o original no PS2, fico duplamente ansioso, primeiro por jogá-lo remasterizado, segundo por que é como um novo jogo pra mim!




The Last of Us: Left Behind (PS3)


Não é bem um jogo, mas a DLC do melhor jogo da geração promete trazer mais detalhes do passado da carismática personagem Ellie, junto com sua melhor amiga Riley. Também é o primeiro DLC de Single Player que a Naughty Dog faz. Não tem como não ficar ansioso!





Drakengard 3 (PS3)


Não joguei nenhum jogo da série, mas NieR me fez ficar extremamente animado com Drakengard 3. A narrativa profunda, personagens carismáticos e trilha sonora soberba prometem atingir um novo nível nesse jogo!





Persona 5 (PS3)


Pouco foi falado do épico da ATLUS, mas se sabe que falará sobre liberdade, e sairá ainda esse ano, exclusivamente para PlayStation 3!




Freedom Wars (PSVita)



Freedom Wars, hunting game da Sony Japan, se passa num mundo onde tudo é vigiado, e os habitantes tem o tempo de vida delimitado desde o nascimento. A premissa é interessantíssima, e arte do jogo é muito bela!





Project X (WiiU)



Da mesma produtora do épico Xenoblade, do falecido Wii, X promete ser outra aventura épica no WiiU. Mechas, monstros gigantes e cenários enooooooooormes juntos não tem como dar errado!





The Legend of Zelda (WiiU)


Ainda não mostrado, mas confirmado pela Nintendo que sai esse ano para WiiU, o novo jogo da clássica série The Legend of Zelda, promete inovar a franquia!




Bayonetta 2 (WiiU)


A bruxinha mais sexy do mundo volta mais linda que nunca no polêmico jogo exclusivo pra WiiU!





Minha intenção era um TOP 5, mas acabei fazendo um TOP 10! Aí estão os lançamentos que mais espero pra esse ano, espero que tenham gostado do post!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O que jogar em 2014 (Parte 1: Bruno)



Que 2014 é um ano que promete, não tenho a mínima dúvida! Tem alguns projetos que quero começar a tirar da cabeça e do papel esse ano, finalização da faculdade chegando, sonhos se realizando e é, claro, aquela velha expectativa do que jogar no ano que se inicia... Gamer que é gamer, sempre acha um tempinho pra jogar, mesmo que não jogue o tanto que gostaria, o que é o meu caso é uma triste realidade! Só pra jogar todos os jogos que estão aqui ou parados ou não iniciados, levaria um ano... Mais alguns jogos recentes e vindouros acabaram "pulando" na frente da fila! Então, sem mais delongas, vamos conhecê-los:

- DRAGON BALL Z: BATTLE OF Z -



O primeiro jogo que quero mostrar pra vocês e que me interessou muito neste comecinho de ano foi o  Dragon Ball Z: Battle of Z. O jogo, inspirado no famoso anime, muito popular durante a minha infância, mas que, há muito tempo não me desperta nenhuma atenção... Mas andei vendo uns trailers desse jogo e fiquei muito interessado em jogar ele, mas pra passar o tempo do que pra qualquer outra coisa. É um jogo que pretendo pegar em breve, junto com o Lightning Returns. Aparentemente o combate é bem dinâmico, lembra um pouco os combates da franquia de jogos baseados no anime Naruto (que eu também sou super fã) e além disso, a quantidade de personagens jogáveis e outfits especiais é gigantesca, isso sem falar nos incríveis modos de jogo, tanto off line como on line! Deixo um trailer para inspirá-los! Heheh...


- LIGHTNING RETURNS: FINAL FANTASY XIII -



Em segundo lugar, está o tão aguardado (só que não) Final Fantasy XIII: Lightning Returns, que fechará de vez a história de Lightning e seus amigos em um mundo a beira do fim! Falei desse jogo a pouco tempo, na review da demo, portanto, não vou ficar me alongando em explicações. Só vou deixar um trailer aqui pra aumentar o hype! Heheh:


- CASTLEVANIA LORDS OF SHADOWS 2 -



Esse eu também tive o prazer de apreciar a demo durante a BGS do ano passado, depois disso, tenho feito parte do time dos que esperam ansiosamente pela continuação da história de Gabriel, que deve continuar exatamente do ponto em que ficou no último game, quando (ALERTA DE SPOILER) Gabriel acaba por se transformar em vampiro(FIM DO SPOILER). O jogo está previsto para ser lançado agora no final de fevereiro, e eu estou queimando os neurônios pra saber como conciliar este com os outros dois citados acima e ainda dar conta de todas as outras tarefas que tenho, mas vamos lá, é Lords of Shadows, vale a pena, hahahah:


- NARUTO: ULTIMATE NINJA STORM REVOLUTION - 



Mesmo o Lucas não querendo saber mais de Naruto, vou falar dele aqui sim, hahahah... Bem, lá vem mais um jogo do Naruto, não espere nada de muito revolucionário (só uma versão mecanizada do Naruto e de sua Bijuu, a Kurama), mas tem aquele velho ditado de que não se meche em time que está ganhando, não é verdade? E pra  mim, os jogos da franquia são ótimos, me diverti jogando todos, mas a tradução que fizeram para os últimos games é sofrível, as legendas tem mais erro de concordância do que o Facebook, mas o áudio em Japonês salva qualquer situação. Andei pesquisando sobre o game, em alguns lugares vi que sai ainda esse ano, outros apontam pra 2015, de qualquer forma estou deixando ele aqui na Wishlist já, hahahah...


Ainda poderia falar do The Witcher 3, dei uma jogada no 2 (sim, ele está naquela lista de jogos parados que eu falei lá em cima) e achei o estilo de jogo muito envolvente, mas é um jogo grande, que exige tempo e dedicação para ser finalizado como se deve... De qualquer forma, o terceiro episódio da franquia virá para a next gen, o que infelizmente, ainda é muita areia pro meu caminhãozinho... De qualquer forma fica aí um trailer que retrata bem a epicidade desse jogo, *-*:


Não teremos problemas do tipo "O que jogar em 2014", pelo pouco que falei aqui, já lotei todos os espaços vagos da agenda, e é capaz que deixe jogo pra trás ainda, rsrs... Esses foram só os que me chamaram atenção da lista, mas ainda tem muito game bom pra vir em 2014, como o Dark Souls II, Bayonetta 2 (que só os nintendistas terão, u.u) e o aguardado Watchdogs, da Ubisoft. Caso queiram, pesquisei os lançamentos do ano nessa lista, onde vocês podem conferir alguns outros lançamentos não citados aqui... Os outros autores devem passar por aqui pra dizerem o que vão jogar esse ano, então, fiquem de olho! =P


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Mais um inútil na equipe!!

Opa galera! Vamos a uma curta apresentação xD
Aqui quem vos escreve fala sou eu! Oh Really?
Bem... meu nome é Lucas. Sempre curti jogos. E por isso resolvi aceitar o convite do Bruno e do Cloud pra colaborar com o blog. Apesar de sempre estar junto com essa galera maneira, nunca fui muito animado para escrever e talz... mas porque não tentar?
Como ultimamente só tenho um Vita, vou focar em assuntos/reviews referente a ele. Só espero que consiga tempo para escrever =p Já que não tenho experiência nisso e demoro uma eternidade pensando, escrevendo, lendo e relendo tudo.
Em breve final do ano pretendo pegar um PS4, aí começo a falar dele também. Infelizmente nem todos somos ricos para acompanhar esse avanço tecnológico! =/ O único lado bom é que limão é barato e consegue equilibrar bem com o caríssimo mundo dos jogos.
E sim! Também sou Sonysta *-*













E é por ai! Até o próximo post que ainda não defini de qual jogo falarei.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Análise: Knack(PS4)


Knack é um jogo de plataforma 3D e ação exclusivo para o PS4, desenvolvido pela própria Sony. No jogo,você controla Knack, uma espécie de robô que consegue incorporar peças chamadas de relíquias, ficando assim maior e mais forte.


A história do jogo não é nada muito inovadora, mas não chega a ser ruim: o Doutor estuda essas relíquias de uma civilização antiga há muitos anos, e ele achou um jeito de juntar essas relíquias, o que resultou em Knack. Paralelo a isso, os humanos e os goblins nunca tiveram uma relação muito boa, e ultimamente essas criaturas tem invadido cidades com armas e outros equipamentos muito superiores aos que eles geralmente usavam, o que causou estranhamento. A partir daí, os humanos decidem investigar os goblins, usando os robôs criados pelas indústrias de um homem chamado Viktor, e Knack, criado pelo Doutor.


A jogabilidade é simples, mas divertida. Você pode realizar, além dos ataques normais, habilidades especiais que consomem energia das pedras solares, que são aqueles cristais amarelos na imagem acima. Knack não é um jogo difícil, já que não te dá uma penalidade muito grande por morrer, você simplesmente volta pro último checkpoint, sem perder nada, mas prepare-se para morrer MUITAS vezes, já que na grande maioria das vezes, você já morre com apenas duas pancadas.


No meio do jogo, Knack consegue incorporar outros materiais, além das relíquias, como por exemplo gelo(imagem acima), madeira e vidro, tendo efeitos diferentes com cada um. Por exemplo, o Knack de gelo derrete aos poucos quando fica exposto ao Sol.


Além disso tudo, existem baús secretos espalhados pelo jogo, que podem te dar aleatoriamente algum item, sejam peças para a construção de aparelhos que tem efeitos variados, ou então cristais necessários para desbloquear Knacks diferentes, como por exemplo:




E todas essas formas podem ser escolhidas antes de começar a jogar um novo jogo, não podendo trocar no meio do jogo.
Aliás, existe a possibilidade de jogar em co-op local, e existe uma forma de conseguir mais facilmente certos itens dos baús caso você tenha amigos que também tenham o game.

O game está totalmente traduzido para o português brasileiro, a dublagem não é das melhores, mas cumpre bem o seu papel. Os gráficos são muito bem feitos, e eu não presenciei nenhum tipo de "lag" ao jogar. A trilha sonora não tem nada de impressionante, mas cumpre bem o seu papel.

Porém, eu senti falta de uma complexidade maior nos combates, principalmente nos ataques de Knack. Você permanece com as mesmas possibilidades de combate do começo ao fim, fazendo com que as batalhas do jogo inteiro pareçam as mesmas.


No geral, Knack é um jogo decente, mas eu recomendaria esperar abaixar o preço dele para comprá-lo.

Notas

Enredo- 6,5 limonadas
Jogabilidade- 7,0 limonadas
Trilha Sonora- 7,0 limonadas
Gráficos- 9,0 limonadas

Nota Final: 7,5 limonadas

 

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