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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

(Primeiras Impressões) Middle Earth: Shadow of Mordor




Fala aí meu povo!

Essa semana já tivemos a passagem do Pedro por aqui e eu vou dar sequência aos nosso posts tops (só que não) eu estou aqui pra falar do jogo que comecei recentemente e que já está me rendendo algumas horas de diversão: o Midle Earth: Shadow of Mordor, ou em bom português: Terra média: Sombras de Mordor. Eu, como fã de leitura fantástica, sou mais um dos muitos fãs de Tolkien e do Universo criado por ele, então, o que mais poderia dizer desse jogo além de compra certa?!

O game foi lançado em setembro para PS4 e XOne e chegou ao Xbox 360 e ao PS3 em meados de Novembro e gerou uma grande repercussão devido ao sistema Nêmesis, que permite criar inimigos únicos que realmente evoluem no game dependendo das ações do jogador. O fim da faculdade me permitiu utilizar um tempo para explorar o ambiente do jogo e agora já posso vir aqui pra falar com propriedade sobre ele.

Acertando a linha cronológica


Bom, pra contar todos os detalhes da história teria que entrar um pouco na história do Hobbit e na história da trilogia "O Senhor dos Anéis", ou seja, vão ler os livros seus hereges! Hahaha... Brincadeiras a parte, o game traz a história de Talion, um comandante responsável por manter os portões que separam as terras de Gondor e Mordor (local onde ficam as montanhas da perdição e os exércitos de Sauron, ou seja, nada de bom vem de lá, rs) e é ambientada entre os acontecimentos de "O Hobbit" e "A Sociedade do Anel". O ponto é que o senhor do escuro está retornando e seus servidores estão cada vez mais fortes, para ganhar espaço eles precisam tomar os portões que separão os reinos e, ao fazerem isso matam toda a família de Talion, que também vivia nos portões e, após ver a sua família morrer, ele acaba sendo assassinado também, mas não permanece morto, pois recebe a ajuda de um espírito elfo, que o traz de volta a vida para se vingar dos exércitos de Sauron e ajudar a trazer a paz para a Terra Média. À partir desse ponto, a sua missão é enfraquecer o exército de Orcs e Urks de Sauron enquanto desvenda os mistérios que correm por Mordor e detalhes da história do Elfo/Espectro que o trouxe de volta a vida e auxilia em sua jornada.

Liberdade em doses generosas!

Talion conta com a ajuda do Espectro Elfo para realizar as missões

O jogo possuí as missões principais, que dão segmento à história e as missões secundárias que ajudam a conseguir mais Xp e upgrades para as armas e habilidades de Talion. O bacana é que, mesmo para as missões principais você tem a opção de escolher o que quer fazer primeiro, sempre tem duas ou três missões principais disponíveis ao mesmo tempo e o jogador decide qual parte da história principal quer explorar primeiro, ponto positivo pra Monolith nesse sentido. As missões principais tem certa relação com a história, a maioria dela é voltada para enfraquecer o exército de Sauron, derrotando algum capitão, enfraquecendo as suas guarnições ou libertando escravos que trabalham sob o domínio dos Orcs e Urks.

Além das missões, o jogo possui uma série de objetos para serem coletados durante a jogatina, relíquias que ajudam a entender histórias do passado, pedaços de imagens élficas que compõem um mural com histórias da Terra Média, missões para aprimorar as habilidades com as armas e etc...

É tanta coisa disponível que você perde um tempo decidindo o que vai fazer primeiro, uma vez que, se você não fizer certas missões principais e passar um tempo, estas podem não estar mais disponíveis, o que colocará capitães com mais poder no seu encalço.

Um mix de gamplays a disposição...


Quando Talion surge, os Urks fogem
A gameplay do jogo mistura elementos presentes em Assassin's Creed, como os assassinatos furtivos e o Parkour e, nas horas em que está cercado de inimigos lembra muito à dos jogos da franquia Batman, sendo possível desferir ataques em todas as direções quando cercado por inimigos e bloquear as ações deles apertando o Y (no Xbox 360) na hora certa.

Talion possuí apenas 3 armas, uma adaga, uma espada e um arco utilizado no modo élfico e essas armas podem ser melhoradas ao acrescentar runas à elas e desbloqueando novos golpes e e habilidades em suas respectivas árvores de habilidade. As runas são conseguidas ao matar capitães, segundo a fraqueza de cada um, por exemplo, se um capitão é vulnerável a eliminações furtivas, provavelmente o drop dele será uma runa para a adaga, se a vulnerabilidade for para eliminações à distância, o drop é uma runa para o arco. No início do jogo apenas uma runa pode ser equipada em cada arma, mas novos espaçoes podem ser liberados nas árvores de cada arma.



Matar os capitães é a melhor forma de conseguir upgrades no jogo, então, prepare-se para gastar um bom tempo nas missões secundárias se não quiser sofrer muito nas missões principais, algumas habilidades, tanto do Talion quanto do elfo só podem ser "compradas" ao adquirir uma certa quantidade de Poder, e o poder só é obtido ao derrotar capitães e cumprir as missões principais.

A exploração é livre e você pode sempre checar os capitães no log do jogo e marcar eles como alvos, desde que tenha recolhido informações a respeito deles. As informações são coletadas ao utilizar os poderes do espectro para interrogar orcs e urks delatores, que são marcados por um ícone verde sobre suas cabeças, ao revelar informações sobre os capitães, serão reveladas também informações sobre suas vulnerabilidades e forças, o que permite criar estratégias adequadas para cada capitão.

Como disse acima, o jogo também possui um sistema em que os inimigos ficam mais fortes, os Urks estão constantemente lutando entre si para aumentar o seu poder, e ao fazer isso, eles ascendem posições no exército de Sauron, tornando-se mais fortes, ou seja, se não derrotar um capitão mais fraco quando tiver a oportunidade, ele pode vencer uma luta e estar mais forte da próxima vez que encontrar ele, outra forma deles ascenderem é ao derrotar Talion, o Urk que mata o guardião se torna facilmente um novo capitão, com forças e fraquezas, aí é que está a grande sacada da Monolith. Enfim, a gameplay é bem completa e só jogando para pegar todos os detalhes.

Mas nem tudo são flores...


Sim, o game contém alguns defeitos que eu considero relevantes, uma vez que mexem na experiência do jogador. Como o game foi projetado para a atual geração de consoles (PS4 e XOne), ele demora muito em alguns loadings no Xbox 360, que é o console que possuo. Além disso, a física não funciona bem em alguns momentos, os Urks atravessam uns aos outros e paredes, hahah... Mas não é toda hora que isso ocorre, mas mesmo assim é chato. Antes de começarem as missões, passa uns takes dos urks e tal, só que demora muito pra carregar os takes, o que tira uma parte da experiência e imersão no jogo.


Fora isso, o fato de ter muitas missões relacionadas aos capitães faz com que estas sejam bem repetitivas, a maioria é "Vá no ponto X e elimine o capitão Y", os outros minigames acabam interessando mais que as missões secundárias depois de um tempo. Outro ponto negativo é que o mapa, à princípio parece ser enorme, mas depois de 3 ou 4 missões principais e algumas missões secundárias vc já andou tudo e aí, são só repetições dos mesmos cenários, uma vez que é preciso voltar nas mesmas partes ja visitadas anteriormente.

Trilha sonora de qualidade


O destaque na questão do som vai para a dublagem em português-BR, muito competente e que traz uma dimensão mais real para o jogador que não tem tanto domínio do inglês. As músicas que compõem a trilha sonora são muito boas também e retratam bem o ambiente da Terra Média, mas não esperem anda muito diferente do que vemos nos filmes Senhor dos Anéis  e O Hobbit. Os efeitos sonoros dos combates e do ambiente são excelentes também!

O Vídeo é grande, mas já nos primeiros minutos dá pra conferir a ótima dublagem em Pt-Br
Ignorem o cara falando no meio, ¬¬

Em suma,


O game apresenta alguns defeitos, mas não deixa de ser uma experiência prazerosa, quando se começa a jogar é difícil de conseguir parar, ainda mais se você for um admirador da obra de Tolkien e curtir a jogabilidade dos jogos em que Shadow of Mordor se baseia. Mesmo com um mundo pequeno, é bom poder explorá-lo, matar os inimigos furtivamente também tem o seu valor e montar Caragors é fantástico também. Por esse Primeiras Impressões dá pra ver que o jogo tem muito conteúdo, eu devo voltar aqui mais vezes para falar sobre ele, conforme descobrir mais coisas sobre o game!

Pontos fortes
- Sistema de Combate
- Dublagem em Pt-Br
- Inimigos que evoluem
- Ser ambientado no ambiente da Terra Média
- Estória envolvente
- Mundo bem construído
- Muitas missões disponíveis

Pontos fracos
- Quedas de framerate
- Texturas que demoram pra carregar
- Loadings infinitos
- Falta de física em alguns pontos
- Missões secundárias se tornam repetitivas depois de um tempo

Notas

Estória - 9 limonadas
Gráficos - 6,5 limonadas
Sonoplastia - 8 limonadas
Gameplay - 10 limonadas

Média 8,37 limonadas

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2 comentários:

  1. Ótima review o/
    Acho que só tiveram problemas de loading porque jogou na gen anterior, eu acho que na nova não deve ocorrer isso. Mesmo assim eles deveriam ter pensado nisso pra fazer essa versão.

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  2. Sim Mateus!
    Eu acho que os problemas técnicos são justamente por estar jogando na gen anterior, pelo que andei vendo na versão PS4/XOne/PC isso não ocorre... De qualquer forma, acho que faltou um pouco de cuidado por parte da desenvolvedora pra entregar algo de qualidade para os fãs, uma vez que a versão de X360 e PS4 demorou um mês à mais pra ficar pronta!

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