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segunda-feira, 6 de abril de 2015

A febre dos jogos de celulares!


Fala galera! 

Hoje estou aqui pra falar de um segmento de jogos que tem ganhado bastante seguidores ultimamente: os jogos para celular. Nós sabemos muito bem que os jogos digitais, como um todo, existem há muito tempo, os dados remontam à 1958, onde o jogo Tennis for two foi criado pelo físico William Higinbotham, mas começaram a ganhar mais projeção em 1961, ano em que um grupo de estudantes do MIT se reuniu para criar o jogo Spacewar, que simulava batalhas espaciais e custava uma fortuna na época.

domingo, 5 de abril de 2015

[Livros] Harry Potter brasileiro? Mais que isso


Se você acompanhou as aventuras do bruxo Harry Potter durante a infância e a adolescência é muito provável que já tenha desejado estar naquele mundo mágico e encantador. Não só isso, mas também se questionado sobre como seria uma escola de magia no Brasil. Pois bem, a carioca Renata Ventura aceitou o desafio de trazer esse universo à nossa vasta terra e assim nasceu a saga do bruxo Hugo Escarlate, com dois livros lançados até o momento: A Arma Escarlate e A Comissão Chapeleira.

quinta-feira, 26 de março de 2015

FF Type-0 Vs. FF XIII: Construindo uma teoria


Fala galera!

Nossa, faz tempo que não paro pra escrever nada por aqui, e dessa vez a desculpa nem foi falta de tempo, mas sim falta de assunto e falta de coragem, hahah... Mas, finalmente um assunto me motivou a escrever esse post, talvez seja apenas uma viagem da minha cabeça, talvez não, por isso que quero saber a opinião de vocês! Quem ainda não conhece a história de FFXIII e do Type-0 e não quer pegar spoilers, recomendo fortemente que não leia, mas se vc não liga pra isso, ou já conhece a história, bora teorizar junto, hahah...



quinta-feira, 19 de março de 2015

[Primeiras Impressões] Final Fantasy XV DEMO


Nesta última terça-feira, dia 17 de março, foi finalmente lançada a DEMO de Final Fantasy XV, junto com o FF Type-0, para PS4 e XONE, desenvolvidos pela Square Enix. Felizmente pude jogar ambos e hoje lhes trago as minhas impressões do XV, esse game tão aguardado que ainda não possui uma data de lançamento.


A história da DEMO é que o carro do grupo (Noctis, Ignis, Gladiolus e Prompto) está quebrado, e eles precisam ajuntar dinheiro para pagarem o conserto e finalmente seguir viagem. É ai que eles ficam sabendo de um terrível Behemoth da área, e quem conseguisse matá-lo conseguiria uma boa recompensa em dinheiro, que seria o necessário para o conserto. E é ai que a DEMO começa.


O que chama a atenção logo de cara são os gráficos: espetaculares! Apesar de ser possível ver serrilhados, tudo é muito bonito, e a movimentação dos personagens, monstros e ambiente estão incríveis, algo que é de se esperar dos jogos da Square. Texturas extremamente bem feitas, expressões faciais, movimento dos cabelos e roupas com o vento, deram uma atenção muito grande aos detalhes.

quarta-feira, 11 de março de 2015

[Review] The Witcher 2: Assassins of Kings


No começo desse ano, a abençoada Live Gold me deu a oportunidade de pôr minhas mãos em um jogo que tinha despertado minha curiosidade por ser voltado a um público adulto e mais maduro: The Witcher 2: Assassins of Kings. E confesso que isso era tudo que sabia sobre o game, não tinha muitas informações sobre gameplay ou algo do tipo. Quer dizer, sabia também que The Witcher 3 estava por vir e muitos donos de um PS4 estavam ansiosos para entrar no mundo do amnésico Geralt pela primeira vez. Mas será que temos motivos para esperar um épico ou caímos novamente no hype? Leia abaixo uma review do segundo título dessa série.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

[Review] Dragon Ball Xenoverse

Dragon Ball Xenoverse é um jogo de luta desenvolvido pela Dimps e publicado pela Bandai Namco, para PS3, PS4, X360, XONE e PC.
Nele, existem os Patrulheiros do Tempo, que tem o objetivo de manter a ordem da linha do tempo. A história começa quando vários acontecimentos do universo Dragon Ball começam a ser alterados por algo ou alguém, e Trunks decide pedir para Shenlong que traga um guerreiro forte o suficiente para ajudá-los a consertar a linha do tempo, pois essas alterações podem mudar como conhecemos o mundo hoje. Com isso, Shenlong invoca o seu personagem customizável e a partir daí é que a história se desenrola.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

[Música] Shoji Meguro, o homem por trás da música de Persona


 SIM! O trem do hype nunca para e quero mais é que ele acelere se quero jogar P5? Eu? Imagina… Enfim, no meu último post, mostrei um pouco sobre a arte de Shigenori Soejima, responsável pelos looks ma-ra-vi-lho-sos e fashions da franquia Persona. Mas o design não é a única coisa que chama a atenção na série, a trilha sonora é bastante elogiada também. E é ela o assunto desse post: leia (ou melhor, ouça) mais sobre Shoji Meguro, o principal compositor dos jogos da Atlus.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

[Tutorial] Pixel Art no Adobe Illustrator

Mesmo sendo algo retrô, muitas pessoas ainda gostam e utilizam muito a chamada pixel art nos jogos. Pode ser considerado como "gráficos ultrapassados", mas com certeza ainda possui o seu charme!

Por isso trago aqui pro Games com Limão um tutorial de como fazer a sua própria Pixel Art, utilizando o programa Adobe Illustrator.

[Arte] Shigenori Soejima, o designer de Persona


Se você está ligado nas notícias sobre o mundo dos games, é impossível que não tenha notado o extremo hype que o novo teaser de Persona 5 provocou (se você não viu o vídeo, meu filho, veja logo pelo amor do Jack Frost e dê gritos histéricos junto comigo). Enfim, o game promete muito e tem boas chances de tirar a alegria da Squenix e seus Final Fantasys. Para botar mais lenha nesse hype, vamos aqui no Games com Limão ver um pouco do trabalho de Shigenori Soejima, responsável pela arte dos games da franquia.


sábado, 14 de fevereiro de 2015

[Fantasy Dreamers Project] Capítulo 6 e 7

Fala aí meu povo!

Já faz um tempinho desde que postei o capítulo 5 por aqui, na verdade a história já está acompanhando tudo o que tenho escrito e eu preciso me apressar para escrever mais capítulos e tentar manter uma periodicidade de publicações destes aqui na página, hahah... Tentarei postar um capítulo à cada 15 dias, em média, então, quem está acompanhando a história, já sabe mais ou menos quando ela estará disponível por aqui!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

[Review/Indie] Transistor



Transistor é um RPG de ação e estratégia desenvolvido pela Supergiant Games, disponível para PC, OS X, Linux e PS4.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

[Flash] The Company of Myself


 Ah, flash games! Sempre subestimados, tidos como apenas um passatempo para fugir do tédio. Mas, assim como os indie games, a partir deles é que muitos desenvolvedores podem liberar sua criatividade e imaginar os títulos mais curiosos possíveis. Não só isso, mas muitos artistas usam do seu fácil acesso e simplicidade para passar mensagens e fazer coisas menos comerciais, por assim dizer. Porém, muitos desses art games focam muito na experiência e pouco na jogabilidade, sendo praticamente vídeos interativos. Esse não é o caso de The Company of Myself, jogo de plataforma bem interessante e sensível.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

[Games com Limão Library] Maze Runner



Fala aí meu povo, tudo certo com vocês?

Demos uma sumidinha básica, mas estamos de volta! Eu, Cloud e Lucas iniciamos um projeto de leitura, onde sempre tentamos (mas quase nunca conseguimos) ler algum livro ou série ao mesmo tempo, meio que iniciamos com a série Jogos Vorazes ano passado, Lucas já tinha lido e me convenceu a ler logo em seguida, depois disso passamos pela série Divergente, depois Eragon e agora Cloud e eu iniciamos a leitura de Maze Runner (Lucas tá travado no Eragon ainda, hahah) e eu decidi que usaria esse meu post para deixar outras pessoas empolgadas pela série como eu estou!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

[Mangá] Hallucination From The Womb


"Vou lhes contar agora sobre a cidade que um dia existiu. Uma cidade cuja própria existência agora foi esquecida. Uma cidade que imprudentemente se ergueu cada vez mais para o alto. Por um propósito desconhecido e uma razão incerta essa cidade se dedicou exclusivamente ao desenvolvimento. Os restos dos sonhos daquela cidade... A história de um homem tão obcecado por sua esposa que tentou possuir até o passado dela. A história de uma garota que era grata a um homem que salvou sua vida, mesmo que fosse por mais três anos. A história de um homem que só conseguiu dizer à sua esposa o que ele queria que ela soubesse após a morte. A história de um garoto cuja busca por uma poção do amor o levou a duvidar de seus verdadeiros sentimentos. A história de um homem que amava algo sobrenatural. A história de um homem que estava apenas interessado em garotas que não podia tocar. Essa é a história deles."

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

[Review] Fat Princess: Piece of Cake



Fat Princess: Piece of Cake é um jogo free-to-play de puzzle feito pela Sony para Android, iOS e para o PS Vita. Nele, você deve proteger a princesa do seu reino do exército inimigo enquanto você a escolta para a segurança. É um jogo bem carismático e leve, bom para dar uma relaxada.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

[Review] Conception 2 (PS Vita)

Conception 2: Children of the Seven Stars é uma mistura de JRPG com simulador de encontros. Produzido pela Spike Chunsoft e publicado pela Atlus em 2014 para 3DS e PS Vita.


Enredo

O mundo mágico de Aterra está sendo atacado por monstros a décadas e os únicos que conseguem lutar contra eles são jovens "discípulos" que possuem a energia das estrelas (Star Energy) e as criaturas de outro mundo, conhecidas como Star Childrens, que nascem a partir de um forte vínculo entre dois discípulos: um homem e uma mulher.
A história começa com o o nosso protagonista Wake indo para a Academia (aka escola para discípulos) e lá ele faz os testes para descobrir qual é o nível dele como discípulo. Por esse teste, eles descobrem que ele é uma rara exceção que possui um nível elevadíssimo de Ether (elemento luz) e por si só consegue adentrar os Dusk Circles (dungeons) e enfrentar os monstros. Além disso, com o campo de ether que ele produz, consegue levar um companheiro junto (que será uma heroína). 
Após essa descoberta, ele vai para a Igreja para fazer o ritual de Classmating junto com uma discípulo Elite S e ver qual a chance de nascerem Star Childrens. Esse ritual é teoricamente o encontro das emoções dos personagens (ou na prática, sexo). Sendo 100% a chance de nascer uma Star Children, você fica livre para utilizar a igreja quantas vezes quiser para fazer tal ritual com as discípulos Elite S.
A partir daí, você é apresentado inicialmente para 4 Elite S e precisa desenvolver seus vínculos com elas, para poder criar Star Children mais poderosas. Conforme a história avança você é apresentado para mais discípulos Elite S, totalizando assim 7 heroínas para te ajudarem. 

A história do jogo em si fica bem dividida aqui, onde cada heroína terá seus eventos particulares contando um pouco da história dela e a história principal (pano de fundo) onde você deve destruir os Dusk Circles para salvar Aterra. Nenhum foco dessa história é levado totalmente a sério, onde você sempre terá algumas piadas para descontrair durante os eventos. Apesar de não serem nenhuma obra-prima, todas cumprem bem o seu papel, divertindo e prendendo o jogador a medida do possível. 


Gráficos e sons

Aqui não temos nenhum ponto forte e nada a desejar. Os gráficos dentro da dungeon são bem simples mas não chegam a incomodar. O que pode incomodar um pouco é o visual fraco e a pouca diferença entre as dungeons. Temáticas ruins e tudo parece igual. Durante a parte de encontro, os gráficos são mais bonitos.
A trilha sonora em si não tem nenhum destaque. As dublagens são agradáveis num geral, embora infelizmente nem todas as cenas são dubladas. As cenas sem dublagem são bem chatas de se ouvir os personagens falando coisas aleatórias... Thanks! enquanto a legenda diz: Sorry! E a mesma repetição de frases pre-definidas. Não existe a opção do áudio em japonês.

Sistemas 

Aqui é onde você encontra o maior acerto e o maior erro do jogo. Existe uma imensa variedade de detalhes para tornar o RPG mais complexo. Não vou citar tudo, mas tudo o que não foi citado segue o padrão de outros RPG's e não merece nenhum destaque.

Dungeons

Dungeons são geradas aleatoriamente e seguem o padrão Dungeon Crawler. Encontre o portal para o próximo andar e continue subindo (ou descendo) até chegar no boss. Não existem random encounters aqui. Você vê o inimigo e só batalha se quiser, embora muitas vezes eles bloqueiem seu caminho te obrigando a batalhar. Uma importante característica é que a cor deles determina a diferença de força entre eles e você. Se eles estiverem de azul, significa que são muito mais fracos que você e apenas ao encostar neles eles desaparecem, e mesmo assim rendem o gold e experiência. Se forem roxos, a batalha é equilibrada e se forem vermelhos, você está abaixo do nível para enfrenta-los o que garante uma batalha mais difícil. Dentro das dungeons você encontra vários baús com itens e afins, e alguns pontos que restauram seu HP ou MP. Existem algumas armadilhas espalhadas também, mas elas não fazem muita diferença pois apenas diminuem um pouco seu HP e não são capazes de te matar. Ao início de cada andar você pode sair da dungeon, o que garante seu HP/MP cheios ao voltar e existe a possibilidade de escolher para qual andar você quer ir, desde que você já tenha chegado nele uma vez.

Quests/Dungeons opcionais

No geral, as quests são simplesmente matar tantos de certo inimigo ou coletar tantos itens. Podem até render algumas horas extras de diversão, já que você tem que descobrir qual inimigo dropa o item ou onde ele está. Infelizmente, os prêmios são bem inúteis e você não terá tanta necessidade em faze-las. É interessante que os inimigos necessários para uma quest, ficam amarelos dentro da dungeon, o que facilita bastante encontra-los.
As dungeons opcionais são poucas, só possuem 5 andares e um sexto andar com um boss. A única diferença é que elas possuem inimigos pouco mais fortes que as dungeons da história.

Star Childrens

Como eu disse, você pode levar uma heroína apenas por vez, para a dungeon. O seu level influencia no level máximo das Star Childrens, que segue aproximadamente o mesmo padrão que o seu (com raras exceções onde pode nascer uma criança com level cap 99). O level das heroínas influencia na classe das Star Childrens. Existem 30 classes para as Star Childrens, e você escolhe assim que ela nasce. Só é possível escolher a classe se a heroína utilizada para o Classmating possui todos os status.
Algumas classes especiais necessitam também determinados pre requisitos, como itens encontrados nas dungeons ou level determinado nas classes inciais. 
Apesar da grande variedade de classes aqui, essa quantidade fica desperdiçada pois você não consegue ter noção da força de cada uma até alcançar um nível razoável com elas. Inicialmente, as Star Childrens possuem o level cap muito baixo, o que te obriga a renovar sua party constantemente. A partir daí, as classes iniciais vão ficando pouco atrativas e você se esquece delas sem ao menos ter conhecido seu potencial.

Party

Sua party é formada basicamente de 4 grupos. O principal deles é formado pelo protagonista e a heroína que você escolheu. Os outros 3 são formados cada um por 3 Star Childrens diferentes. Você pode formar cada grupo da maneira que achar melhor, sendo que os status das crianças se somam e você pode utilizar a skill de qualquer um dos membros com aquele grupo. O que mais diferencia aqui é a possibilidade de ganhar habilidades diferentes de acordo com quais classes você coloca juntas. Infelizmente, aqui possuem vários pre-requisitos e você só vai saber da existência da habilidade depois de atingir pelo menos um deles. 


Elementos

Existem 6 elementos diferentes no jogo: Water, Fire, Wind, Earth, Ether e Dusk, cada um com sua vantagem e desvantagem. Cada Star Children assim como as heroínas, possuem elementos nativos seja para ataque e defesa. Por exemplo, é possível que a heroína tenha ataque do type Water, mas a defesa seja do tipo Wind. Os grupos formados pelas Star Childrens também possuem essa variedade e podem atingir níveis extras de elemental se forem somados, por exemplo: 3 crianças com elemental de ATK Fire, o grupo terá ATK Fire x3. A teoria é complicada caso cada criança possua um elemental diferente, então é mais fácil ver o resultado na prática.
Infelizmente, todo esse sistema de elementos diferentes pode ser esquecido e jogado no lixo. Não é possível perceber nem entender o funcionamento na prática. E além de não se notar nenhum resultado, ele não faz falta alguma e não facilita nem dificulta seu progresso no jogo.

Sistemas dentro da batalha

Os inimigos possuem quatro direções (frente, traseira e laterais), e você utiliza seus 4 grupos para poder cerca-lo, sendo que o grupo principal pode ocupar a mesma posição de um grupo de Star Childrens. Inimigos possuem pelo menos uma direção como ponto fraco, onde o ataque renderá mais dano. Além disso, os ataques deles são definidos e você poderá saber quais as direções eles atacarão. Se não possuir nenhum inimigo dentro da área de ataque dele, ele rotaciona para poder atacar. Pode parecer complexo, mas é bem simples e muito útil dentro do jogo.
Ao atacar os inimigos, você enche sua barra de Chain que seria para gerar combos no inimigo. Atacar o ponto fraco do inimigo enche menos a barra, enquanto as áreas mais fortes enchem mais. Ao encher a barra, o turno do inimigo é atrasado e você ganha mais XP e gold por hits que conseguir durante o status "chain" do inimigo. Esse é outro sistema bem útil e entende-lo pode facilitar bastante contra alguns bosses.
Além disso tudo, também temos o contador de Ether que na teoria funciona como um boost para sua party e aumenta a velocidade do grupo principal. Esse contador sobe de nível com o uso de uma skill específica para isso ou matando um inimigo. Também desce se alguém de sua party morrer. Nunca vi nenhuma utilidade prática para esse contador, e pode ser julgado apenas como mais um enfeite na tela. 
É bom lembrar que só é possível sua party estar lutando devido ao campo de Ether gerado pelo protagonista, então se o grupo principal morrer é game over. 

Parte tática/automática

É possível você deixar definido o tipo de combate de cada grupo e automatizar todas as batalhas. Tal grupo vai focar em gerar chains, enquanto tal grupo vai atacar com força total e o grupo restante vai curar. Você tem 3 opções: tudo manual, tudo automático ou apenas o grupo principal manual e os grupos de Star Childrens automático. Também é possível aumentar a velocidade da batalha, o que ajuda bastante. 

Conclusão

A parte de encontros do game não apresenta muitas falhas e cumpre bem aquilo que promete, talvez até mais que isso. A grande falha do jogo fica por conta de suas variadas porém inúteis possibilidades na parte prática do combate. Existem diversas outras opções que não cheguei a citar, mas no geral, a maioria é muito mal desenvolvida e não acrescenta nada ao jogo. A curva de dificuldade não é bem aplicada, pois o jogo te acostuma com um nível nulo de desafio para tentar te desafiar depois da metade do jogo. O conteúdo opcional do jogo não é válido já que no geral, o combate não te prende. Apesar de tantos defeitos, é possível terminar o jogo sem muitos problemas. Se tivesse recebido uma atenção extra por conta dos produtores, teria facilmente se tornado um exemplo de profundidade para um simples combate de turno.


Nota: 5,5/10

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Aquele velho ciclo na jornada de um gamer

Olha o meu "novo" jogo aí, hahah...
Pois é pessoal, como disse no meu último post, terminei o Shadows of Mordor e estava pensando no que jogar, antes de começar o Mordor eu havia iniciado o Kingdom's of Amalur: Reckoning, mas não tava no pique pra voltar pro jogo porque bateu aquela saudade de jogar um JRPG que só quem é fã do gênero vai entender como é, heheh... Tava precisando de uns castelos, de umas dungeons, de algumas mágicas, de ter mais de um personagem no jogo, de desvendar uns mistérios e foi aí que decidi dar novamente uma chance pro Tales of Vesperia, um game bem antigo, eu sei, mas que muita gente diz ser um dos clássicos do Xbox 360 (já que não tem versão ocidental no PS3) e que eu comecei há um tempo atrás, mas confesso, não tinha curtido muito e, meu Deus do Céu, como eu estava enganado, comecei a jogar no FDS passado e agora já estou com um pouco mais de 8 horas de jogatina, por isso decidi passar por aqui pra falar pra vocês um pouco do que estou achando do jogo.

Bom, teoricamente não precisaria apresentar o jogo, já que ele foi lançado em 26/08/2008, ou seja, já faz um tempinho, eu ainda jogava PS2 nessa época, MAS, eu sei que muita gente não teve acesso o jogo já que, ao contrário da maioria dos jogos da série, ele não veio para um console da Sony no ocidente.

Tales of Vesperia nos coloca no meio de um problemão logo no início: a parte mais pobre da cidade imperial de Zaphias está sendo inundada porque um ladrão roubou um dispositivo mágico, também chamado de Acque Blastia, que controla o fluxo da água nessa parte da cidade, nesse momento somos apresentados ao protagonista Yuri Lowell, que mora nessa parte da cidade afetada pelo desastre e decide invadir uma mansão da parte "ryck@" da cidade, onde o mago que "supostamente" deveria ter arrumado a fonte vive. Lá , o infeliz foge e ele é emboscado pelos guerreiros imperiais (Imperial Knights) e acaba preso por eles, história vai, história vem, ele consegue sair da prisão e foge da cidade para encontrar o ladrão e trazer o Blastia Core de volta, nesse meio tempo ele conhece Esterllise, que se junta a ele pois precisa encontrar com Flynn, um amigo que ambos têm em comum e que, segundo ela, corre grande perigo.

Assim começa a jornada deles, outros se juntam à essa expedição, como o cachorro de Yuri, Repede, que parte junto com eles de Zaphias, até o momento já conheci também Karol (um garoto que faz parte de uma guilda de caçadores) e Rita (que é uma pesquisadora de Blastia, que é a fonte de mágica nesse mundo e que, supostamente, havia sido contratada para concertar Acque Blastia de Zaphias, mas que, aparentemente, foi substituída por um impostor que roubou a peça).

O enredo tá começando a tomar mais forma agora, já que o inicio foi mais marcado pelo desenvolvimento dos personagens e dos seus backgrounds, algo que, segundo ouvi dos meus amigos mais experientes em Tales of, é recorrente na série.

Vesperia é RPG de verdade, não dá pra falar o contrário, os equipamentos dos personagens são
totalmente customizáveis, dá pra sintetizar itens e cozinhar alimentos para restaurar HP e TP, além de trazer alguns status positivos pra party e, ainda, possuí um sistema de estratégia que lembra muito os gambits do Final Fantasy XII, onde dá pra decidir quais serão as ações de cada personagem dadas certas circunstâncias da batalha, ou seja, dá pra definir quais personagens são responsáveis por curar a party e quais são mais focados em atacar, etc...

Os gráficos são anime-like e lembram muito os gráficos que vemos nos jogos da franquia Naruto Ultimate Ninja Storm, também da Namco Bandai, o grande charme vai para as animações em formato de anime, que substituem as cenas em CG's que temos nos outros RPG's, pena que elas não apareçam com tanta frequência, mas são realmente um show visual.



A dublagem é boa, mas sempre tem aquelas vozes femininas irritantes em alguns personagens, mas no Vesperia não chega a ser algo que incomode muito não... A trilha sonora também é muito bem feita, mas não me deparei com nada que mereça destaque, apenas a música de abertura que é bem legal!

Em suma, posso dizer que estou completamente animado com o jogo e curioso para saber quais serão os próximos acontecimentos da história, fazia tempo que não ficava tão animado com um jogo, à ponto de ficar pesquisando detalhes da história, dos personagens e tal...



Pra quem ainda não jogou, deixo aqui a forte recomendação, e pra quem já jogou, gostaria muito de saber o que acharam e as opiniões sobre o game!

[Cosplay] Final Fantasy XIII

Não deve ser necessário apresentar o game Final Fantasy XIII sim, estou com muita preguiça. Primeiro título da franquia de JRPG mais popular a ser lançado no Xbox 360 e PlayStation 3, o jogo foi tão amado quanto detestado. Alguns adoraram seus personagens e seu enredo, enquanto outros preferiram reclamar da linearidade irritante e da jogabilidade. Mimimis a parte, é fato que ele possui um elenco bem carismático (em especial a coitada da protagonista, escravizada pela Square-Enix). E onde há nerds apaixonados por personagens, há... Sim, cosplay! Veja abaixo uma seleção de cosplays dos personagens principais do game.

Lightning











Fang











Snow











Vanille











Sazh





Hope











 

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